sábado, 25 de agosto de 2012

Rimas da manhã.

Outro dia frio, pois é, acordo, me levanto e vou tomar café. Mas percebo que é um dia diferente, é um dia onde a inspiração está presente. Talvez dê para escrever, hm, não sei, talvez eu deva rimar, tá aí, gostei. Lápis e caneta na mão, vamos lá, vamos lá, tem que ter concentração. Quando a ideia aparece logo a escrevo, mas tem que ser rápido, porquê se não a esqueço Rabisco vai, rabisco vem, se ta bom eu não sei, não mostrei a ninguém. O tempo passa e a rima se firma. “Olha a hora do café, menino!” minha mãe afirma. Vou indo logo para mesa tomar meu café, pois é isso que vai me fazer ficar de pé Tenho que começar o dia com uma boa refeição, com leite, ovos, queijo, pão... E quando termino de comer, bucho cheio que beleza, agora voltar a escrever! Vejo que estou quase terminando, uma ou duas linhas é o que tá faltando. Bem que podia ser assim, acordar, escrever, comer, felicidade sem fim. Mas de volta a realidade, vamos estudar, trabalhar, viver de verdade. Cada um tem obrigações demais, vou indo fazer as minhas, até mais.

sábado, 11 de agosto de 2012

Voe

Ás vezes acredito que posso voar, mesmo que por pouco tempo, não sentindo o chão, me sinto livre e intacto, o vento que sopra contra os olhos, a respiração que se prende, até retornar ao chão é uma sensação indescritível, o momento sublime em que o corpo pára no ar e depois volta a normalidade do chão, é algo que me faz querer voar mais vezes, querer sair do normal mais vezes. Os olhos brilham por poder alcançar o alto, a vontade é de sempre querer mais. As vezes penso em fugir totalmente da realidade, não por ela ser ruim, mas por poder tentar fazer a minha própria realidade ao bater as asas. Talvez você também tenha o seu modo de sair do normal, voando para outros lugares com o pensamento e se desprendendo de algumas coisas, voe para longe, muito longe, quem sabe se após o horizonte não tem nada melhor? Só vai descobrir se tentar.