Grande minha terra sempre foi, grande ela sempre será.
Grandioso é quem nasce dela, grandioso é quem nela descansa.
Que mesmo hoje sendo um velho, um dia já foi criança.
Comeu bolo de milho, munguzá e rapadura.
Rodou pião, empinou pipa e jogou bola na rua.
Subia em pé de goiaba, pé de manga e coqueiro.
Parecia uma peste de tão pequeno e ligeiro.
Na minha terra tenho os repentistas, os que fazem as rimas mais rápidas, parecem até artistas.
Tenho os escritores de histórias do cordel, criativos e fiéis aos contos dos povos.
O que falam de um, passa pelo ouvido do outro, no papel ganham vida, lá são expostos.
Tenho em minha terra os maiores cabras da peste, andam de peixeira na cintura e chapéu de couro na cabeça.
E ainda as mulheres mais bonitas do Brasil, vou dizer antes que eu me esqueça.
Não é por cor nem por raça, é por valor verdadeiro, tanto por dentro quanto por fora é grande a beleza.
Grande como minha terra sempre será, não se esqueça.
Muito bom!
ResponderExcluirValorizando nossa terra!